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O Dia dos Namorados aproxima-se e a incerteza de podermos festejar este dia também.

À data que escrevo este texto, entrámos em confinamento obrigatório durante 30 dias. O que significa que só podemos sair para o estritamente necessário, como por exemplo, levar os miúdos à escola. 

Encontramo-nos no nosso décimo estado de emergência, que vai até ao dia 14, precisamente o dia dos namorados. E tudo indica que assim iremos continuar até ao final de Março (pais e crianças em casa).

Por isso vamos lá aproveitar estas datas par fazermos algo diferente (ainda que festejar o dia dos namorados não seja a nossa “praia”).

 

Para ser sincera, não sei o que é festejar o Dia dos Namorados. Penso que terei festejado qualquer coisita no inicio do nosso namoro, mas há medida que o tempo vai passando, e começamos a dar prioridade a outras coisas que não envolvam gastar dinheiro num jantar supostamente romântico, num restaurante cheio de casais que tal como nós deverão estar a arrepender-se de terem feito reserva ali, acabamos por achar que o Dia dos Namorados é um dia como outro qualquer.

No entanto…. no ano passado fomos jantar fora 🍾 Não sei se a decisão foi porque queria experimentar aquele restaurante ou se porque estávamos a precisar de uma noite só para nós. A verdade é que marcámos a reserva para a abertura do restaurante (não queríamos ficar fora até muito tarde), e depois as coisas não correram lá muito bem, pelo que nos sentimos escorraçados do restaurante, e portanto acabámos por vir embora cedo, também. ➡️ arrependimento

Na verdade, prefiro passar o Dia dos Namorados com os 3 homens da minha vida. É tão estranho não jantar com os meus filhos, principalmente num dia especial.

Porque vejam, o Dia dos Namorados serve para celebrar o Amor. E se antes se celebrava o amor entre um homem e uma mulher (já vos conto a história do Dia dos Namorados), hoje em dia celebra-se todo o tipo de amor: entre homem e mulher, homem e homem, mulher e mulher, pais e filhos, avós e netos, professores e alunos, amigos e amigos… Existem vários tipos de amor e todos eles merecem ser celebrados.

Claro que esta é a minha opinião neste momento. Prefiro estar com os 3, preparar um dia bem especial (visto que este ano o Dia dos Namorados calha a um domingo) e fazer um jantar super especial, com decoração feita pelos meninos, e com uma ementa muito gulosa, cheia de chocolate, tal como eles gostam. (estou a trabalhar na ementa e na decoração, assim que possível, partilho convosco 😊 )

ESTAREI SOZINHA?

Não, não estou. Não sou a única a achar que o Dia dos Namorados é igual a outro qualquer, ou que deve ser festejado com os nossos filhos (independentemente dos motivos)

A titulo de curiosidade partilho convosco um estudo de 2020 realizado a 2000 pais e mães de crianças dos 5 aos 18 anos, sobre como  celebram o Dia dos Namorados:

  • 56 por cento disseram que planeavam passar o Dia dos Namorados com os seus filhos;
  • 79 por cento disseram que preferiam festejar o Dia dos Namorados como se fosse um feriado em família;

    “Como pais, é ótimo se pudermos ter uma experiência romântica à noite com o nosso parceiro no Dia dos Namorados. No entanto, também se trata de celebrar os nossos outros amores. ”, Brian Fields, chefe de experiências do Groupon,

  • 31 por cento dos pais disseram que não conseguiam nem se lembrar da última vez que passaram um Dia dos Namorados a sós com o parceiro;
  • 77 por cento disseram que se sentem mais felizes e realizados como pais do que antes. As coisas que mais esperam no final do dia são fazer o jantar para a família e colocar os filhos na cama;

 

SUGESTÕES

Obviamente que não sou a pessoa mais indicada para sugerir o que fazer no Dia dos Namorados. Mas posso dar-vos um conselho: não se sintam pressionadas pelas redes sociais para festejarem o Dia dos Namorados. Acreditem que vão começar a ver muitas coisas sobre este dia, jantares, surpresas, prendas (diria até viagens ou jantares em restaurantes, mas como disse, à data que escrevo este texto, estamos em confinamento obrigatório), publicados por “influencers” que vos podem criar algum tipo de desilusão. Poderão começar a questionarem-se se não se estão a esforçar o suficiente na vossa relação ou se estão erradas em querer passar o dia com os vossos filhos.

O que vocês decidirem está certo. Sigam o vosso coração.

Se habitualmente festejam, então festejem este ano também, de forma diferente, sejam criativas.

Se estão habituados a passar a noite sozinhos e este ano não podem, cansem muito os meninos durante o dia para que eles se deitem cedo, e então vocês possam gozar o resto da noite a dois.

Se costumam ir jantar fora, mas com o covid até deixaram de o fazer, peçam take-away ou faça uma ementa ao vosso gosto, dos meninos também (possivelmente salsichas e batatas fritas).

Este dia será tão ou mais especial quanto vocês quiserem o tornarem.

Por isso sejam felizes e namorem muito.

Mas apenas no Dia dos Namorados 😘

ORIGEM

SÃO VALENTIM

Fonte: Canal História

A Igreja Católica reconhece pelo menos três santos diferentes chamados Valentine ou Valentinus, todos os quais foram martirizados. Uma lenda afirma que Valentim foi um sacerdote que serviu durante o século III em Roma. Quando o imperador Claudius II decidiu que os homens solteiros eram melhores soldados do que aqueles com esposas e famílias, ele proibiu o casamento para os jovens. Valentine, percebendo a injustiça do decreto, desafiou Claudius e continuou a realizar casamentos para jovens amantes em segredo. Quando as ações de Valentim foram descobertas, Cláudio ordenou que ele fosse condenado à morte. Outros ainda insistem que foi São Valentim de Terni, um bispo, o verdadeiro homônimo do feriado. Ele também foi decapitado por Claudius II fora de Roma.

Outras histórias sugerem que Valentine pode ter sido morto por tentar ajudar os cristãos a escaparem das duras prisões romanas, onde eram frequentemente espancados e torturados. De acordo com uma lenda, um Valentim preso  enviou a primeira saudação de “dia dos namorados” a si mesmo depois de se apaixonar por uma jovem – possivelmente a filha de seu carcereiro – que o visitou durante o seu confinamento. Antes de sua morte, alega-se que ele escreveu a ela uma carta assinada “From your Valentine”, uma expressão que ainda é usada hoje. Embora a verdade por trás das lendas de Valentine seja obscura, todas as histórias enfatizam o seu apelo como uma figura simpática, heroica e – o mais importante – romântica. Na Idade Média, talvez graças a essa reputação, Valentim se tornaria um dos santos mais populares da Inglaterra e da França.

CUPIDO

O Cupido é frequentemente retratado nos cartões do Dia dos Namorados como um querubim nu que lança flechas de amor em amantes desavisados. Mas o deus romano Cupido tem suas raízes na mitologia grega como o deus grego do amor, Eros. Segundo os poetas arcaicos gregos, Eros era um belo imortal que brincava com as emoções dos deuses e dos homens, usando flechas de ouro para incitar o amor e os de chumbo para semear a aversão. Foi apenas no período helenístico que ele começou a ser retratado como a criança travessa e gordinha dos cartões de Dia dos Namorados.

 

 

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