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Fomos finalmente ao Jardim Zoológico de Lisboa!

Já fazia 20 anos que eu não ia ao zoo e estava sempre à espera de uma oportunidade para levar os meninos.

O pai teve de ir a trabalho nesse domingo, e nós aproveitamos a boleia.

Apesar de algumas atrações estarem encerradas, como é o caso da Baía dos Golfinhos, vale sempre a pena ir ao Jardim Zoológico de Lisboa.

ZOO

Para quem não sabe, o Jardim Zoológico de Lisboa foi inaugurado em 1884, sendo que se mudou para as instalações definitivas em 1905.

Como todos os zoos, o objetivo inicial era mostrar animais exóticos, vindos de Africa e do Brasil, independentemente de como esses animias eram (apanhados) trazidos.

Mais tarde, o Jardim Zológico de Lisboa, assim como quase todos os zoos nacionais e internacionais, passou a proteger e a conservar espécies. Melhorou e continua a melhorar as instalações, de forma a que os animais sintam que se encontram no seu hábitat natural (apesar dos olhos curiosos dos humanos).

PREPARAR A VISITA

Para quem é do norte, a visita ao zoo fica cara. Temos o gasóleo, as portagens e os bilhetes (a comida, se forem como nós, levam de casa).

O bilhetes são caros, mas eu penso que o preço se justifica. É como ir ao circo. Ninguém quer pagar meia dúzia de tostões para ver animais magros e apáticos.

Como tudo na vida, custa dinheiro manter um espaço como um zoo. É preciso pagar aos funcionários, sejam eles empregados de limpeza ou veterinários, pagar a alimentação dos animais, a manutenção do espaço, etc.

Podem comprar o bilhetes online e aproveitar os 5% de desconto que oferecem. Mas se quiserem usufruir de descontos fruto das parcerias com o zoo, então terão de comprar os bilhetes na bilheteira fisica do zoo. Esse foi o nosso caso. O Martim sendo membro do clube Rik & Rok tem direito a bilhete gratuito na compra de um bilhete de adulto. E o pai tinha cartão FNAC, que lhe dá 12% de desconto.

Para mais informaçoes sobre os preços / parcerias, cliquem aqui.

O estacionamento é pago. Sinceramente não vimos se havia estacionamento gratuito. E como estávamos com duas crianças que muito pssivelmente iriam adormecer drante a visita, optamos pelo parque pago perto do zoo (é só atravessar a estrada).

Uma forma de pouparem é levarem o vosso farnel. É o que costumamos fazer quando vamos passear (admito que antes do covid-19 não era tanto assim, mas agora preferimos). O zoo tem parque de merendas (preparem-se apenas para serem visitados pela catrafada de pavões adultos e bebés e pombas que não vos vão largar, à espera de uma migalhita vossa!)

Se não quiserem levar farnel, têm vários restaurantes à entrada do zoo.

De uma forma geral, nós gastámos cerca de 170 euros em gasóleo, portagens, estacionamento e bilhetes. Por isso, planeiem bem a vosa visita.

A NOSSA EXPERIÊNCIA

Quando chegámos a Lisboa, ainda não tinhamos decidido se iriamos ao zoo ou ao oceanário. Mas o Martim disse que preferia ver os animais, por isso ganhou o zoo.

De uma forma geral, os meninos adoraram a visita, excepto em duas situações: a hora do almoço e após o passeio no teleférico.

Ora bem, na hora do almoço, o Dinis panicou por causa dos pavões e das pombas. Os pássaros andavam mesmo por baixo do nosso banco e mesa, e o Dinis tinha medo que lhe picassem. Por isso chorou, trepou por cima de mim, acabou por não comer quase nada. Apenas sossegou quando saímos dali. E depois foi como se nada tivesse contecido.

Por fim, o Martim, depois de termos andado no teleférico, logo a seguir ao almoço, quis ir embora. Estava cansado. E acabou por se magoar quando andava a correr junto das casinhas de brincar. Culpou-nos de se ter magoado, porque se tivessemos ido embora, nada daquilo tinha acontecido 🙂

Nós também gostámos muito da visita. Por se tratar de fim de semana, o zoo estava cheio e tivemos de andar de máscara grande parte do tempo, e máscara e calor não combinam. Isso levou a que tivessemos de gerir nós mesmos o acesso aos animais, ou seja, esperar que as pessoas terminassem de ver determinado animal, para podermos aproximar-nos.

Chegámos ao fim cansadissimos. Caminhamos muito. Subimos e descemos. Aproveitámos as sombras e morremos de calor ao sol. Se nós estávamos de rastos, imaginem os pequenos?!

Ainda andámos no teleférico, infelizmente. Fiz este enorme sacrifício pelo Martim. É que não sei se sabem, mas eu tenho um medo terrível das alturas. E o Martim também, apesar de não o admitir. Eu fui com o Martim. E o pai foi com o Dinis. Fui o caminho todo agarrado ao cesto. Soltei a mão esquerda duas vezes apenas para segurar o chapéu, pois tinha visto um chapéu de palha preso num telhado e não queria que o mesmo acontecesse com a minha relíquia.

Tentei não demonstrar o meu medo, porque queria que o Martim se divertisse, de preferência sem se mexer porque se aquilo abanasse, eu desmaiava ali mesmo! Eu transpirava por todos os lados. O Martim ria-se com aquele nervoso miudinho de estou a gostar mas não estou a gostar.

Finalmente saimos do cesto. Diz o pai que o Dinis adorou, que saltava e abanava o cesto. E eu toda feliz por não ter ido com o Dinis. Aquele miudo é maluco! Quando nos vinhamos embora, o Dinis olha para cima e vê o teleférico e pede para andar mais uma vez.

M A L U C O

Antes de nos virmos embora, ainda pudemos ver os golfinhos. Infelizmente a Baía dos Golfinhos está encerrada, pelo que só os podemos ver no lago. Estavam a jogar à bola. Adoro golfinhos! Foi a minha panca dos anos 90. E ainda gosto muito deles.

Nesta altura, o Martim continuava a fazer a birrinha dele. Não estava minimamente interessado nos golfinhos, dizia ele. Acho que era por causa da fila enorme e de termos de esperar pela nossa vez. Mas quando os viu, eu vi o brilhozinho nos olhos dele. Ai vi, vi 🙂

Aqui ficam algumas fotos da nossa visita. Espero que gostem e que partilhem connosco a vossa experiência no Jardim Zoológico de Gaia.

O melhor elogio que poderei receber é partilharem e fazerem like no meu artigo. Vá lá! Elogiem-me!

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